Bethyca entrevista: Janaina Rico

17.11.17

A entrevistada de hoje é a Janaina Rico, escritora brasileira - autora do livro Um doce de confeiteiro, a qual, ainda quero ler e confesso, foi o responsável pela nossa conversa!rs NÃO MENOSPREZANDO OS OUTROS, HEIN! rs

Vocês sabiam que ela largou a carreira jurídica para se dedicar á literatura? Aliás, ela já escreveu e produziu peças teatrais, além de ter sido criadora das campanhas 'Eu leio Brasil' e 'Ler está na Moda'.e do projeto 365 dias de sensualidade, onde postava artigos + fotos sensuais dela, mostrando que não existe um padrão de beleza, cada uma tem sua essência e não devem viver de achismos/nuances de capa de revista á fim de se sentirem queridas e aceitas.


SEUS LIVROS: 100 dias de sensualidade | As aparências enganam | Cartas para um filho | Apimentando | Ser Clara | Cartas para um pai | Um doce de confeiteiro.

CONTOS: Um passo | Gorda Solteira, 30 anos, procura | Separação |Marcele e Bernardo |10 dias para roubar o namorado da vizinha.

Confira nosso bate papo:

Como surge suas criações? 
Eu tento escrever as histórias que ainda não li. Eu sei que isso é quase impossível, basta dar uma olhada em quantos livro a gente vê que existem na Amazon, no Wattpad, nas livrarias… Mas eu busco criar alguma coisa que represente a mim e às pessoas a minha volta, histórias reais, de gente de verdade, mas sempre com um final feliz!

O gênero erótico, passou por mudanças após a febre dos 50 tons de cinza?
Logo que 50 tons explodiu muita gente passou a escrever erótico, mas o próprio mercado fez a separação do joio e o trigo. Acho que quanto mais melhor, assim vamos conseguindo abrir espaço.

No livro Um doce de Confeiteiro, a dúvida rola entre um emprego dos sonhos x uma paixão avassaladora. Qual você escolheria?
Ixi! Que pergunta difícil. Mas acho que bons empregos andam em falta! (risos)

O fetiche por homens que cozinham, ganham mais destaque na literatura do que em cenas de novela?
Na literatura a gente tem como brincar mais com os sentidos. As pessoas imaginam mais. Na novela você vê exatamente o que está acontecendo. Mas cada leitor imagina uma forma diferente que o chocolate pode ser espalhado no corpo (risos).

Como foi abordar o estupro nesse livro?

Muito tenso. Terminei de escrever a cena aos prantos e levei alguns dias para conseguir retomar a escrita. Não é um assunto tranquilo, mas meu papel como escritora é trazer temas polêmicos para a discussão. Fico muito Fico muito feliz em saber que eu pude dar voz a muitas mulheres que foram abusadas e ficaram caladas.


Em alguns casos, a vítima desenvolve depressão|trauma e outras, a chamada síndrome  de estocolmo (onde ela, passa a ter uma simpatia afetiva pelo agressor) já pensou em falar sobre esse tema?
Opa! Agradeço a dica! Quem sabe em um próximo livro! ;-)

Acredita que o  trauma vivido pela personagem, poderia resultar em uma irá profunda com o sexo oposto?
Cada pessoa reage de um jeito. A Renata, personagem do livro, se fechou para o amor, achou que nunca mais ela ficaria satisfeita com um homem a tocando. Isso é uma coisa muito pessoal. O que não muda nunca é que a pessoa abusada fica com aquela lembrança para sempre. O importante é que ela saiba que a culpa nunca é da vítima.

Quais outras profissões serviriam como inspiração para um futuro livro Hot? 
Estou concluindo um com um motorista. Prometo novidades bem quentes! (risos)  


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E aí, já tinham lido algum livro dela? Eu AINDA NÃO, mas logo vou ler!
Aviso que nossa tag #bethycaentrevista está na reta final desse ano e, quem sabe, ano que vem continua.

Bisou =^.^=

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